CHILE: DIA 04

E para finalizar os posts sobre o Chile…

Em nosso último dia alugamos um carro e fomos para Valparaíso e Viña del Mar. Alugamos o carro na Alamo (fiz reserva pela internet no Brasil) e optamos por uma mini van com capacidade para 06 pessoas. A estrada é boa e no caminho há várias vinícolas, uma pena não ter tido tempo de visitá-las.

Abaixo a turma reunida (exceto eu que era a fotógrafa!):

A viagem não demorou mais do que 1 1/2h e a primeira parada foi em Valparaíso. Acredita-se que esta cidade portuária foi descoberta por volta do ano de 1536 pelo explorador espanhol Juan de Saavedra. Atualmente possui uma população de quase 300.000 habitantes e em 2003 foi declarada patrimônio cultural da humanidade pela Unesco.

Abaixo vista do porto:

Chegamos por volta do meio-dia e deixamos o carro em um estacionamento da Plaza Sotomayor. É nesta região que estão localizados o prédio dos bombeiros, o Monumento a Los Heróes de Iquique, o prédio da Armada de Chile e o edifício da Compañia Sudamericana de Vapores.

O prédio da Armada de Chile:

Compañia Sudamericana de Vapores:

Monumento a Los Heróes de Iquique:

Em seguida pegamos um ascensor que é um funicular e liga a parte baixa até a parte alta da cidade. São bem antigos e durante o rápido percurso parecem que vão desmontar! Há vários deles e o mais famoso é o Ascensor Concepción.

Abaixo vista do trajeto e inclinação do trilho do ascensor:

Após sairmos do ascensor subimos pelas ruelas que guardam belas vistas do porto e da cidade em geral. Sem dúvida a imagem que define Valpo (como é carinhosamente chamada) são as casas coloridas e os mais de 40 morros que circundam a cidade. Dizem que as casas são todas coloridas porque antigamente os moradores pintavam as casas com as tintas que sobravam dos navios.

A maioria das casas é feita de compensado e revestida com chapas de zinco que eram reaproveitadas dos containers do porto.

Abaixo exemplo de construções revestidas com chapas de zinco:

O ideal é se perder pelas ruas da cidade e se deparar com os grafites, as pinturas artísticas e os protestos nos muros.

Na foto abaixo, ao centro, é possível ver a cruz da igreja completamente torta. Será efeito de um dos diversos terremotos que já atingiram a cidade?

Após voltarmos para a parte baixa da cidade, buscamos o carro no estacionamento e fomos em direção à casa do Pablo Neruda “La Sebastiana” que é atualmente um museu. Esta casa é maior do que a “La Chascona” que visitamos em Santiago (ver post) e mais bonita também. Há belos jardins na casa e do terraço é possível ter uma bela visão panorâmica da cidade. Não deu tempo de fazer a visita guiada novamente, pois de lá ainda iríamos para Viña del Mar. Dizem que a terceira casa do poeta localizada em Isla Negra, a aproximadamente 1 hora de Valpo, é a mais bonita e interessante de todas.

Gostei bastate de Valparaíso e gostaria de ter passado uns dois dias por lá. Durante as poucas horas que por lá ficamos a visão que tive da cidade é de que é um lugar melancólico, estranho, peculiar, poético e encantador. Exatamente nesta ordem!

De lá seguimos caminho para Viña del Mar e em menos de 5 minutos estávamos na cidade que é o oposto de Valparaíso. Logo na entrada já percebe-se o alegre e agitado clima de praia.

Abaixo o belo Reloj de flores, que fica logo na entrada da cidade:

A cidade estava lotada e foi difícil encontrar uma vaga para estacionar o carro. Seguimos em direção ao Balneário Reñaca e paramos em uma avenida (não me lembro o nome) de frente para a praia. Decidimos almoçar no restaurante Tierra Noble que estava bem próximo e tem um enorme terraço de frente para o mar de onde aproveitamos para apreciar a bela vista da praia.

De lá seguimos a pé pela avenida San Martin e tomei um sorvete excelente, um dos melhores que já experimentei! Sabor de chocolate, brownie e doce de leite. Perfeito! Foi bem por acaso e é praticamente uma porta. Foto abaixo:

De lá fomos até a praia para tirar algumas fotos e curtir por alguns minutos o pôr do sol. A água do mar é geladíssima, como é de se esperar por ser Oceano Pacífico, apesar do sol e temperatura alta.

Na foto abaixo minha mãe e a câmera fotográfica em ação:

Na sequência fomos até o Museo Fonck onde encontra-se uma estátua moai original. Este é um dos únicos exemplares do mundo que estão localizados fora da Ilha de Páscoa.

Como era o último dia do feriado prolongado decidimos ir embora por volta das 19h para não pegar muito trânsito na volta. Morar em São Paulo nos deixa de cabelo em pé em se tratando de volta de feriado, principalmente quando vamos para a praia e é aquele mundo de carros voltando para casa na mesma hora. Porém para a nossa surpresa o retorno foi super tranquilo, pois havia menos carro na estrada justamente na volta! Neste dia foi tranquilo, mas não posso para garantir que é sempre assim.

Anúncios
1 comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: